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notas

Francisco Espregueira

Umas notas rápidas. Posso falar pra voçê? Tui é meia parte de atebayo. E leva-me a parte toda em "Voçê Quer".

TAPSOUNDS - ´"U". Algo das novas produções de Sángo nessa. Uma mistura do baile funk com r&b mais acentuada. Requer momentos de fumo no escuro numa pista de dança qualquer.

Acaba-se com a calma de "vai devagar". Musubi, pede para sentar: "dá os dois e senta", para ser mais preciso.

Tudo isto é novo. Acabado de sair. Acabado de ser descoberto no Sótão. ✌ .

playlist #69

Francisco Espregueira

Nomes conhecidos e habituais no Sótão. Tudo o que juntei na #69 é novo, ainda assim. Extremamente produtivo hoje aqui no gut dos sons que se juntam às minhas prateleiras. Inspirado.

GUTS a abrir com a versão bossanova de "Find A Way" dos A Tribe Called Quest. Segue em frente em ondas jazz com o dueto de Simon J e Natty Reeves, continuado por hawks, saib. e Kiefer. Sem preço os momentos de relaxe que se passa com estes rapazes.

Os sons mudam e a nova de Scissorwork, tão... mas tão aguardada, faz parte dela. Ela, a #69 acaba com uma faixa que toca ao contrário. Como gosto de ficar às vezes... assim... ao contrário.

abra - pull up (luz1e aft3rnoon 3dit)

Francisco Espregueira

Há algo de muito sensual nisto. Letra atrevida. Sons bem medidos. Conquistou hoje. Conquistará amanhã? LUZ1E com o seu Aft3rnoon 3dit, abusa bem do baixo, recheando com densidade algo que já é denso por si próprio. Tudo tem cores de roxo quando isto toca. ABRAS é sarilho. Esta faixa é sarilho...

A original segue em baixo, cheia de sarilhos. "Pull Up".

Pull up to your crib riding shotty, shawty
Pull up with your bitch now its a party
Strawber-ita wavy baby feeling brazy
Said I’m crazy you ain’t seen shit yeah

crave moore

Francisco Espregueira

Não há muito por aí acerca de Crave Moore. Mas a alma com que cospe as suas verdades num dos últimos vídeos da COLORS BERLIN captou a intenção de o colocar aqui. Nas paredes deste velhinho Sótão. A música toca na meia-luz. Este é dos que a deixa falar por si. Play em "Jay Jay Okocha". A COLORS lançou-o e disso estou certo.

Stay underrated – so true like Jay Jay Okocha

Com a loucura interior para criar música, Crave demorou o seu tempo a descobrir os caminhos por onde seguir. Segue pelas palavras com significado, merecedoras de serem interpretadas. Não gagueja. Penetra bem para lá do superficial, sem se tornar intrusivo. Flui.

Na semana passada foi lançada "Juvi" Boa altura para conhecer Crave Moore e sentir o que tem para dizer. Tudo o que lançou aí em baixo. Vale muito a pena, garanto.

playlist #68

Francisco Espregueira

O play na primeira define o mood. Na paz do fim de semana, tantas vezes descurada pela sede de mexer. Paz subtil e penetrante. Sem intrusão.

Nada deve fazer sentido à primeira na música... Estas estão todas em "subliminares".

Caught between a fuck and a fuck to give.
— Crave Moore - Juvi

notas

Francisco Espregueira

Sángo e Kaytranada são dois que por esta altura já todos conhecem. Orgulho-me de os ter acompanhado dos palcos digitais do soundcloud até ao estrelato em que se encontram. Vão lançando as suas peças por aí enquanto aguardo por mais e mais. Sedento, eu. Ambos ajudam a definir muito do que existe de novo na música. Cada um no seu estilo. Cada um na sua arte.

Dos subtis ritmos faveleiros de "Dance For Blessings", até ao flip dado por Kaytra em "Wanna Get To Know You" da britânica Nao. ✌

two tail

Francisco Espregueira

two tail deep house eletronic blog debut

Something for your mind, your body and your soul. It's the power to arouse curiosity. The purpose. The goal which one acts on. A journey of force, hot like the sun and wet like the rain. Rhythmatic movements in unison with others, prolongued and acts of sensation with no limits or boundaries. Eternity has past. Wrong is right. It's the point of goodness intensity. Pleasures of highest sense. Feelings of warmth and security. Willing and unwilling sensations of the mind. A condition. The ultimate seduction.

The realm.

A introdução de "Dig Point" diz todos os 'lugares comuns' possíveis existentes. O som de Two Tail é, sim, impossível de resistir... e portanto eu sinto. E as outras duas que se seguem, mantêm-me lá em cima, nas nuvens...

playlist #67

Francisco Espregueira

Debaixo de água... Muitas novidades acumuladas, libertadas agora pela janela do Sótão. Uma lista que me enche as medidas. Nas ondas do deep house e da eletrónica de pista de dança, espero que encha as vossas.

Do Sótão pró infinito, na paz destas batidas.

krisy

Francisco Espregueira

Este vídeo de uma das plataformas do momento na música, a "COLORS" de Berlim, é qualquer coisa. "Julio & sa Gogo Danseuse" bate no ponto. A batida feita a partir de "Alone Together", do inesquecível Chet Baker. A maneira como Krisy rima - a.k.a. De La Fuentes, a.k.a le jeune Julio, a.k.a. 'ta femme va apprécier c'morceau', entre outros. Os gestos simples com as mãos. A pausa deste gajo... heey, é muito atributo, yeey

Enquanto escrevo vou ouvindo o brilhante "Menthe à l'eau", sentindo o flow. Quando cliquei no vídeo houve necessidade de ouvir mais. Instintivo, seguindo o gut. E não falha. A história à volta de Marie Hélène...

loyle carner : yesterday's gone

Francisco Espregueira

A primeira. "The Isle of Arran". Minuto 1:07. Olhos fechados. hey.

O hip-hop tem um lado muito sentimental. Mas são poucos que criam aquele agridoce, que nos coloca um dedo na consciência ao mesmo tempo que nos dá poder. "Yesterday's Gone" transmite melancolia e força nas palavras de Loyle Carner. Tinha dito que era um dos nomes a decorar e aqui está o seu primeiro LP, falando de dentro para fora.

Depois do sucesso de "Ain't Nothing Changed", que lhe abriu portas para outros voos e está aqui remasterizada, o debute nos álbuns de Loyle tem vários momentos pincelados a ouro. Podia nomear as minhas favoritas mas isso seria condicionar a audição do álbum. Prometo bons momentos. E Loyle promete ficar. E rimar com toda esta sinceridade.